De um modo ou de outro ela viria
sem um sentido lógico ou racional
e me traria os sonhos, os cantos, os risos...
que há tempos guardei a espera do seu sinal
Mais cedo ou mais tarde minha vida mudaria
Como sei? Não sei. Eu só sabia
que assim como urge a terra fértil a semeadura
minha vida tão cheia de vida, não exaurir-se-ia ao vão de sua procura
E me olha calma, com seus olhos simples e sem segredos
não chegou ao por-do-sol em sua carruagem de brilho cor-de-rosa
nem tampouco com olhar ardente de paixão de fogo em brasa
Chegou de mansinho e foi entrando...
e ao lhe ver parada na porta da frente
era minha a certeza de que enfim, estava em casa.
sem um sentido lógico ou racional
e me traria os sonhos, os cantos, os risos...
que há tempos guardei a espera do seu sinal
Mais cedo ou mais tarde minha vida mudaria
Como sei? Não sei. Eu só sabia
que assim como urge a terra fértil a semeadura
minha vida tão cheia de vida, não exaurir-se-ia ao vão de sua procura
E me olha calma, com seus olhos simples e sem segredos
não chegou ao por-do-sol em sua carruagem de brilho cor-de-rosa
nem tampouco com olhar ardente de paixão de fogo em brasa
Chegou de mansinho e foi entrando...
e ao lhe ver parada na porta da frente
era minha a certeza de que enfim, estava em casa.
A poesia nasce, morre e renasce
ResponderExcluirpoesia não dorme e nem acorda faz os sonhos aparecerem, as vontades passarem as vezes define o tempo. O melhor que ela expressa os sentimentos e disfarçar a sua monotonia
É perfeito, simplesmente perfeito!
gostei *-*
ResponderExcluirMuito lindo, O Dizente.
ResponderExcluireu tbm só sabia
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